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As
empresas
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Começar
sempre reunião amedrontando quanto ao desemprego
ou ameaçar constantemente com a demissão.
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Subir
em mesa e chamar a todos de incompetentes.
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Repetir
a mesma ordem para realizar uma tarefa simples centenas
de vezes até desestabilizar emocionalmente o
trabalhador ou dar ordens confusas e contraditórias.
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Sobrecarregar
de trabalho ou impedir a continuidade do trabalho, negando
informações.
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Desmoralizar
publicamente, afirmando que tudo está errado
ou elogiar, mas afirmar que seu trabalho é desnecessário
à empresa ou instituição.
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Rir
a distância e em pequeno grupo; conversar baixinho,
suspirar e executar gestos direcionado-os ao trabalhador.
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Não
cumprimentar e impedir os colegas de almoçarem,
cumprimentarem ou conversarem com a vítima, mesmo
que a conversa esteja relacionada à tarefa. Querer
saber o que estavam conversando ou ameaçar quando
há colegas próximos conversando.
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Ignorar
a presença do/a trabalhador/a.
Desviar da função ou retirar material
necessário à execução da
tarefa, impedindo o trabalho.
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Exigir
que faça horários fora da jornada. Ser
trocado/a de turno, sem ter sido avisado/a.
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Mandar
executar tarefas acima ou abaixo do conhecimento do
trabalhador.
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Voltar
de férias e ser demitido/a ou ser desligado/a
por telefone ou telegrama em férias.
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Hostilizar,
não promover ou premiar colega mais novo/a e
recém-chegado/a à empresa e com menos
experiência, como forma de desqualificar o trabalho
realizado.
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Espalhar
entre os colegas que o/a trabalhador/a está com
problemas nervoso.
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Sugerir
que peça demissão, por sua saúde.
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Divulgar
boatos sobre sua moral.
Ambulatório das empresas e INSS
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Sofrer
constrangimento publico e ser considerado mentiroso.
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Ser
impedido de questionar. Mandar calar-se, reafirmando
sua posição de 'autoridade no assunto'.
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Menosprezar
o sofrimento do outro.
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Ridicularizar
o doente e a doença.
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Empurrar
de um lugar para outro e não explicar o diagnostico
ou tratamento recomendado.
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Ser
tratado como criança e ver ironizados seus sintomas.
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Ser
atendido de porta aberta e não ter privacidade
respeitada.
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Ter
seus laudos recusados e ridicularizados
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Não
ter reconhecido seus direitos ou não ser reconhecido
como 'um legitimo outro' na convivência.
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Aconselhar
o/a adoecido/a a pedir demissão.
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Negar
o nexo causal.
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Dar
alta ao adoecido/a em tratamento, encaminhando para
a produção.
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Negar
laudo médico, não fornecer cópia
dos exames e prontuários.
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Não
orientar o trabalhador quanto aos riscos existentes
no setor ou posto de trabalho.
Política de reafirmação da
humilhação nas empresas
a)
com todos os trabalhadores
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Estimular
a competitividade e individualismo, discriminando por
sexo: cursos de aperfeiçoamento e promoção
realizado preferencialmente para os homens.
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Discriminação
de salários segundo sexo.
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Passar
lista na empresa para que os trabalhadores/as se comprometam
a não procurar o Sindicato ou mesmo ameaçar
os sindicalizados.
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Impedir
que as grávidas sentem durante a jornada ou que
façam consultas de pré-natal fora da empresa.
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Fazer
reunião com todas as mulheres do setor administrativo
e produtivo, exigindo que não engravidem, evitando
prejuízos a produção.
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Impedir
de usar o telefone em casos de urgência ou não
comunicar aos trabalhadores/as os telefonemas urgentes
de seus familiares.
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Impedir
de tomar cafezinho ou reduzir horário de refeições
para 15 minutos. Refeições realizadas
no maquinário ou bancadas.
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Desvio
de função: mandar limpar banheiro, fazer
cafezinho, limpar posto de trabalho, pintar casa de
chefe nos finais de semana.
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Receber
advertência em conseqüência de atestado
médico ou por que reclamou direitos.
b)
discriminação aos adoecidos e acidentados
que retornam ao trabalho
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Ter
outra pessoa no posto de trabalho ou função.
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Colocar
em local sem nenhuma tarefa e não dar tarefa.
Ser colocado/a sentado/a olhando os outros trabalhar,
separados por parede de vidro daqueles que trabalham.
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Não
fornecer ou retirar todos os instrumentos de trabalho.
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Isolar
os adoecidos em salas denominadas dos 'compatíveis'.
Estimular a discriminação entre os sadios
e adoecidos, chamando-os pejorativamente de 'podres,
fracos, incompetentes, incapazes'.
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Diminuir
salários quando retornam ao trabalho.
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Demitir
após a estabilidade legal.
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Ser
impedido de andar pela empresa.
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Telefonar
para a casa do funcionário e comunicar à
sua família que ele ou ela não quer trabalhar.
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Controlar
as idas a médicos, questionar acerca do falado
em outro espaço.
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Impedir
que procurem médicos fora da empresa.
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Desaparecer
com os atestados. Exigir o Código Internacional
de Doenças - CID - no atestado como forma de
controle.
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Colocar
guarda controlando entrada e saída e revisando
as mulheres.
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Não
permitir que conversem com antigos colegas dentro da
empresa.
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Colocar
um colega controlando o outro colega, disseminando a
vigilância e desconfiança.
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Dificultar
a entregar de documentos necessários à
concretização da perícia médica
pelo INSS.
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Omitir
doenças e acidentes.
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Demitir
os adoecidos ou acidentados do trabalho.
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